“Não vamos fazer nada contra os trabalhadores”, diz Temer a sindicatos
BRASÍLIA – O presidente interino Michel Temer se reuniu com sindicalistas, ontem, no Palácio do Jaburu, para tentar resolver o impasse da reforma da previdência.
Durante o almoço, a assessoria de Temer publicou partes da fala do presidente interino aos representantes dos sindicatos em que ele diz que não fará nada contra os trabalhadores.
A maior trava para a reforma é que os representantes de sindicatos não aceitam a imposição de uma idade mínima, o que já vem sendo considerado essencial pelos técnicos da área do governo antes da atual gestão.
"Não vamos fazer nada contra os trabalhadores", publicou o presidente interino. "Temos que fazer mudanças por meio do diálogo. Não podemos ir da cordialidade para a falta de cordialidade".
Temer também voltou a criticar a gestão da presidente afastada.
"Pegamos um país em dificuldades. Elas são maiores do que vocês podem imaginar. Por essa razão, apuramos um deficit de R$ 170 bilhões", escreveu a assessoria em uma rede social.
Temer disse ainda que aprovou no Congresso medidas importantes em 27 dias de governo.
"Lembro que foi o governo anterior quem propôs a ampliação da meta, assim como a DRU. Quando votamos, o que fizeram? Votaram contra e tumultuaram a sessão", criticou.
Na saída, o deputado federal Paulinho (SD-SP), que também é dirigente da Força Sindical, disse que Temer fez uma espécie de desabafo por causa da posição do PT, mas acrescentou que isso não é motivo de preocupação: "A oposição é tão pequena que nem faz barulho".
Ele afirmou que ainda não há consenso em relação à idade mínima de aposentadoria e que as centrais mantêm a proposta já apresentada de outras soluções para resolver o problema do caixa da previdência, como venda de prédios, renegociação de dívida e imposto sobre jogos que seriam legalizados.
Segundo ele, as centrais esperam uma contraproposta do governo para essas medidas numa reunião marcada para segunda (13) que será comandada pelo Ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha.
Durante o almoço, a assessoria de Temer publicou partes da fala do presidente interino aos representantes dos sindicatos em que ele diz que não fará nada contra os trabalhadores.
A maior trava para a reforma é que os representantes de sindicatos não aceitam a imposição de uma idade mínima, o que já vem sendo considerado essencial pelos técnicos da área do governo antes da atual gestão.
"Não vamos fazer nada contra os trabalhadores", publicou o presidente interino. "Temos que fazer mudanças por meio do diálogo. Não podemos ir da cordialidade para a falta de cordialidade".
Temer também voltou a criticar a gestão da presidente afastada.
"Pegamos um país em dificuldades. Elas são maiores do que vocês podem imaginar. Por essa razão, apuramos um deficit de R$ 170 bilhões", escreveu a assessoria em uma rede social.
Temer disse ainda que aprovou no Congresso medidas importantes em 27 dias de governo.
"Lembro que foi o governo anterior quem propôs a ampliação da meta, assim como a DRU. Quando votamos, o que fizeram? Votaram contra e tumultuaram a sessão", criticou.
Na saída, o deputado federal Paulinho (SD-SP), que também é dirigente da Força Sindical, disse que Temer fez uma espécie de desabafo por causa da posição do PT, mas acrescentou que isso não é motivo de preocupação: "A oposição é tão pequena que nem faz barulho".
Ele afirmou que ainda não há consenso em relação à idade mínima de aposentadoria e que as centrais mantêm a proposta já apresentada de outras soluções para resolver o problema do caixa da previdência, como venda de prédios, renegociação de dívida e imposto sobre jogos que seriam legalizados.
Segundo ele, as centrais esperam uma contraproposta do governo para essas medidas numa reunião marcada para segunda (13) que será comandada pelo Ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha.