Quase sete meses após rebelião, presos voltam a receber visitas
Os detentos do minipresídio de Paranavaí voltam na manhã de hoje a ter contato com seus familiares. Nesta quinta-feira, receberão visitas os presos das alas um e dois. Amanhã, das alas três e quatro.
Durante sete meses os presos não tiveram contato com os familiares em decorrência da falta de estrutura para recebê-los. Isso foi motivado pelos estragos causados na estrutura física do minipresídio quando da rebelião no dia 17 de dezembro do ano passado. Atualmente, o minipresídio possui 240 detentos, destes, 32 são mulheres.
A reforma da estrutura danificada só foi possível porque o Conselho da Comunidade da Comarca (CCC) de Paranavaí conseguiu recursos junto ao Poder Judiciário. O dinheiro é oriundo de multas aplicadas pela Vara Penal de Paranavaí.
Foram investidos cerca de R$ 50 mil e os trabalhos foram realizados por detentos que integram o sistema prisional de Maringá.
INTERDIÇÃO – No início deste ano a promotora de justiça Andréa Fabiana Pussi Baradel pediu a interdição do minipresídio. Ela fez o pedido levando em conta laudos técnicos emitidos pelo Corpo de Bombeiros e Vigilância Sanitária. Na ocasião ela alegou que a situação piorou com a falta de espaço por causa da rebelião
Na ação a promotora pediu que o Governo do Estado providenciasse a remoção dos presos para unidades adequadas e solicitou que a reforma do minipresídio tivesse início imediato, com adaptações necessárias às normas de higiene, saúde, ventilação e segurança.
A ação continua tramitando na Justiça e ainda não houve uma decisão sobre o caso.
RELEMBRE A REBELIÃO – O motim dos presos teve início por volta das 16h30 do dia 17 de dezembro. Um agente foi rendido em uma das alas. Depois disso houve a quebra de portas das grades e do bloqueio entre alas.
A maioria dos presos se concentrou no solário e permaneceu por 22 horas. Fato totalmente atípico foi que os presos usaram aparelhos de telefones celulares para fazer vídeos e durante a rebelião compartilharam em diversas redes sociais.
Policiais se concentraram no telhado e em pontos estratégicos. A área no entorno foi isolada para evitar que as pessoas circulassem pelo local que era considerado de risco. Com isso, familiares dos presos protestaram reclamando da falta de informações e de acesso.
Uma comissão formada por representantes do Poder Judiciário, Ministério Publico, Ordem dos Advogados do Brasil e das polícias Militar e Civil conversou com os rebelados. No final houve consenso e o fim da maior rebelião da história de Paranavaí. O saldo final foi de nenhuma pessoa ferida, porém metade da ala masculina ficou destruída.
Durante sete meses os presos não tiveram contato com os familiares em decorrência da falta de estrutura para recebê-los. Isso foi motivado pelos estragos causados na estrutura física do minipresídio quando da rebelião no dia 17 de dezembro do ano passado. Atualmente, o minipresídio possui 240 detentos, destes, 32 são mulheres.
A reforma da estrutura danificada só foi possível porque o Conselho da Comunidade da Comarca (CCC) de Paranavaí conseguiu recursos junto ao Poder Judiciário. O dinheiro é oriundo de multas aplicadas pela Vara Penal de Paranavaí.
Foram investidos cerca de R$ 50 mil e os trabalhos foram realizados por detentos que integram o sistema prisional de Maringá.
INTERDIÇÃO – No início deste ano a promotora de justiça Andréa Fabiana Pussi Baradel pediu a interdição do minipresídio. Ela fez o pedido levando em conta laudos técnicos emitidos pelo Corpo de Bombeiros e Vigilância Sanitária. Na ocasião ela alegou que a situação piorou com a falta de espaço por causa da rebelião
Na ação a promotora pediu que o Governo do Estado providenciasse a remoção dos presos para unidades adequadas e solicitou que a reforma do minipresídio tivesse início imediato, com adaptações necessárias às normas de higiene, saúde, ventilação e segurança.
A ação continua tramitando na Justiça e ainda não houve uma decisão sobre o caso.
RELEMBRE A REBELIÃO – O motim dos presos teve início por volta das 16h30 do dia 17 de dezembro. Um agente foi rendido em uma das alas. Depois disso houve a quebra de portas das grades e do bloqueio entre alas.
A maioria dos presos se concentrou no solário e permaneceu por 22 horas. Fato totalmente atípico foi que os presos usaram aparelhos de telefones celulares para fazer vídeos e durante a rebelião compartilharam em diversas redes sociais.
Policiais se concentraram no telhado e em pontos estratégicos. A área no entorno foi isolada para evitar que as pessoas circulassem pelo local que era considerado de risco. Com isso, familiares dos presos protestaram reclamando da falta de informações e de acesso.
Uma comissão formada por representantes do Poder Judiciário, Ministério Publico, Ordem dos Advogados do Brasil e das polícias Militar e Civil conversou com os rebelados. No final houve consenso e o fim da maior rebelião da história de Paranavaí. O saldo final foi de nenhuma pessoa ferida, porém metade da ala masculina ficou destruída.
